Blair: O que somos, Chuck?
Chuck: Blair…
Blair: No último outono, você falou que não poderíamos ficar juntos. E acreditei em você. Mas cada vez que tento seguir em frente, você aparece, agindo como…
Chuck: Agindo como o quê?
Blair: Como; talvez só queira que eu seja tão infeliz quanto você é.
Chuck: Nunca desejaria isso a ninguém. Quero que seja feliz.
Blair: Então olhe bem no fundo da sua alma, que sei que tem e diga se o que sente por mim é verdadeiro. Ou se é um jogo. Se for real, daremos um jeito. Todos nós. Mas se não é. Então, por favor, Chuck, deixe-me ir.
Chuck: É só um jogo. Odeio perder. Está livre para ir.
Blair: Obrigada.
Serena: Chuck, por que fez isso?
Chuck: Porque a amo. E não posso fazê-la feliz.
Eu canto andando na rua e fecho os olhos na minha parte favorita, eu tomo banho de chuva, eu gosto de ver o sol se por e ao amanhecer também, gosto de como o vento tira as folhas para dançar em um vendaval, gosto de manhãs frias e de cheiro de terra molhada, gosto de acordar a noite para tomar água, gosto de observar as estrelas e também conversar com elas, eu pulo corda com meus sobrinhos e brinco de Ben 10, eu gosto de dormir com meu hipopótamo de pelúcia que era seu e de meias grandes, gosto de capuccino no inverso, gosto mais ainda de abraços sem motivos, de um “eu te amo” sem razão, gosto de gente simples, de gente como a gente que pra se sentir feliz não precisa de muita coisa, só de momentos, de recordações e de pessoas que reconhecem que isso sim é sinônimo de felicidade.